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Planejamento patrimonial e sucessório: estrutura certa, imposto menor

Ter patrimônio não é o mesmo que ter organização tributária. Fusões, cisões, incorporações, mudanças de quadro societário e holdings patrimoniais são ferramentas para pagar menos imposto legalmente, preparar a sucessão e blindar o que você construiu — quando desenhadas caso a caso, e não copiadas de fórmula pronta.

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Para quem é

  • Investidores com imóveis alugados na pessoa física pagando até 27,5% de IR
  • Famílias que querem organizar a sucessão sem inventário longo e caro
  • Grupos empresariais com estrutura societária que cresceu sem desenho
  • Estrangeiros e brasileiros no exterior com patrimônio no Brasil

Quando faz sentido

  • Os aluguéis são tributados na pessoa física e consomem a rentabilidade
  • Há venda de imóvel ou de participação no horizonte
  • A família cresceu — e o inventário seria um desastre tributário

Como atuamos

Do diagnóstico ao resultado

Raio-X patrimonial

Mapeamos bens, rendas, dívidas, herdeiros e objetivos. Estrutura boa é a que serve ao seu caso — não a do vídeo da internet.

Desenho da estrutura

Definimos o tipo societário, o objeto social, o regime tributário e as regras de governança — comparando o custo de manter com o imposto economizado.

Constituição e migração

Cuidamos da constituição, da integralização dos bens e da migração das receitas, com contabilidade e planejamento desde o primeiro dia.

Sem caixa-preta

O que você recebe

  • Estudo numérico: quanto custa manter a estrutura × quanto ela economiza
  • Desenho societário com objeto social, regime tributário e regras de governança
  • Constituição, integralização dos bens e migração das receitas conduzidas
  • Orientação da rotina contábil e societária no primeiro ano

Resultado na prática

Caso real: o investidor que quase dobrou o próprio imposto

Um investidor estrangeiro nos procurou com mais de R$ 5 milhões em imóveis no Brasil e aluguéis todos os meses. Tinha CNPJ — mas era só um cadastro, sem planejamento. Como não residente, pagava 15% sobre os aluguéis; com o visto permanente que estava a caminho, a tributação saltaria para até 27,5%. Reorganizamos a estrutura: constituímos uma holding imobiliária com objeto social adequado, contabilidade e planejamento. Resultado: a tributação dos aluguéis caiu para cerca de 14% e, numa futura venda dos imóveis, a carga pode cair de até 22,5% para cerca de 6% — além de uma sucessão patrimonial muito mais segura.

Caso real atendido pelo escritório. Cada estrutura é única: resultados dependem da situação concreta.

Dúvidas

Perguntas frequentes sobre patrimônio e sucessão

Holding paga mesmo menos imposto sobre aluguel?

Em muitos cenários, sim: a PJ no Lucro Presumido tributa a receita de locação em percentual efetivo próximo de 11% a 14%, contra até 27,5% no IRPF. A conta exata depende do volume e das despesas — por isso o estudo vem antes da promessa.

E na venda de imóveis?

O ganho na pessoa física paga 15% a 22,5% de IR. Na estrutura certa, com imóveis destinados à venda, a carga total pode ficar na casa de 6% a 7%. É a diferença entre vender com e sem planejamento.

Holding serve só para rico?

Não. A partir de alguns imóveis alugados ou de uma empresa operacional com patrimônio misturado ao pessoal, a estrutura já costuma se pagar — e o benefício sucessório vale para qualquer família.

Quanto tempo leva para estruturar?

A constituição em si é rápida (semanas); a migração completa de bens e receitas é planejada para não gerar imposto desnecessário na transferência.

Pronto para tratar patrimônio e sucessão com estratégia?

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