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Contencioso fiscal: defesa técnica contra autuações e execuções

Uma autuação não é o fim da conversa — é o começo dela. O contencioso fiscal existe para prevenir e combater multas, tributos e juros cobrados indevidamente, anulando ou reduzindo medidas impostas ao contribuinte, na esfera administrativa e na judicial.

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Para quem é

  • Empresas autuadas pela Receita, Sefaz ou prefeitura
  • Quem foi citado em execução fiscal ou teve bens e contas bloqueados
  • Sócios cobrados por dívidas da empresa (redirecionamento)
  • Quem recebeu cobrança de débito que não reconhece ou já pagou

Quando faz sentido

  • Chegou auto de infração com multa que não cabe na realidade da empresa
  • A execução avançou sobre contas, faturamento ou bens dos sócios
  • A cobrança mistura valores prescritos, pagos ou calculados errado

Como atuamos

Do diagnóstico ao resultado

Análise do auto ou da execução

Cada cobrança tem prazos e teses próprias: decadência, prescrição, vícios do lançamento, excesso de execução. O primeiro passo é saber onde ela é frágil.

Defesa administrativa

Impugnações e recursos nos conselhos de contribuintes — onde boa parte das autuações cai ou encolhe sem precisar de processo judicial.

Defesa judicial

Embargos, exceção de pré-executividade e ações anulatórias, sempre medindo custo, garantia exigida e chance real de êxito. Quando o débito é legítimo, a saída pode ser a transação.

Sem caixa-preta

O que você recebe

  • Análise de prazos, vícios e teses de cada auto ou execução
  • Defesa administrativa ou judicial protocolada no prazo — com estratégia, não modelo
  • Leitura honesta de custo × chance de êxito antes de cada passo
  • Relatório de riscos para decisão da diretoria

Dúvidas

Perguntas frequentes sobre contencioso e execução fiscal

Recebi uma citação de execução fiscal. Qual o prazo?

Os prazos são curtos e correm rápido — em regra 5 dias para pagar ou garantir o juízo após a citação. Quanto antes a defesa começa, mais alternativas existem. Não deixe para a véspera.

Defender atrasa ou piora a dívida?

Uma defesa fundamentada suspende atos de cobrança em várias hipóteses e evita que se pague o que não é devido. E se parte do débito for legítima, a defesa organiza o terreno para negociar melhor.

Podem cobrar a dívida da empresa dos sócios?

Só em hipóteses específicas (como dissolução irregular) — e o redirecionamento indevido é um dos pontos mais atacáveis da execução. Patrimônio pessoal se protege com resposta técnica, não com silêncio.

Vale mais a pena defender ou negociar?

Depende da solidez da cobrança. O diagnóstico mostra o que dá para derrubar e o que compensa transacionar — muitas vezes a resposta certa combina os dois.

Pronto para tratar contencioso e execução fiscal com estratégia?

Envie sua situação pelo WhatsApp e receba um direcionamento claro do próximo passo — sem compromisso.

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